Colônia de Férias “Diversão que Protege”

Em sua 2º edição o Projeto oferece diversão, atividades culturais, criativas e artesanais à mais de 80 crianças e adolescentes da região de Bela Vista, na capital capixaba

 

A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA Brasil), regional Espírito Santo, em parceria com a Prefeitura de Vitória, Conselho da Criança e Adolescente e o Fundo da Infância e Adolescência (FIA), realizou a 2º edição da Colônia de Férias Diversão que Protege, que abriu as portas de uma de suas Casas de Acolhimento para receber mais de oitenta crianças e adolescentes da de 4 à 18 anos, entre acolhidos e moradores da comunidade do Bairro Bela Vista, em Vitória, dos dia 07 à 11 de Janeiro deste ano.

Diversas recreações e oficinas foram oferecidos simultaneamente para os participantes da Colônia de Férias. Muitos pais acompanharam e participaram das atividades oferecidas na Casa de Acolhida 2

“A proposta foi oferecer atividades lúdicas, culturais, artesanais e esportivas aos alunos participantes em tempo integral, além de uma alimentação nutritiva e saborosa para estes estudantes no período das férias, preenchendo de forma positiva um período que, muitas vezes, acabava ficando ocioso para essas crianças e adolescentes”, explica Rogéria Mesquita, coordenadora da ADRA para os Acolhimentos Institucionais de Vitória, desenvolvidos em parceria com a Prefeitura da capital.

Além de toda recreação e diversão oferecida na Colônia de Férias, diversas oficinas motivacionais e artísticas ficaram disponíveis aos participantes todos os dias do projeto, contribuindo para desenvolver talentos e despertar interesses nas crianças e adolescentes. “São mais de trinta atividades oferecidas por dia e cada participante era livre para escolher qual atividade assistir. Isso lhe proporcionou identificar suas afinidades, descobrir talentos e até desenvolver aptidões que, muitas vezes, desconheciam. Essa pode ser uma sementinha que está sendo plantada no coração de uma dessas crianças que poderá germinar e transformá-la em um grande profissional no futuro”, analisa Leonardo Mendes, diretor financeiro da ADRA no estado.

Esta ação também contribuiu para aproximar a comunidade das Instituições de Acolhimento, dando-lhes a oportunidade de

(da esq. p/ dir): Nelzileide Said Evald Mariano – Ass. Social da Casa de Acolhida 2; Josélia Santana – Assistente Social do Ministério Público de Vitória; Dra Ana Lúcia Ivanesciuc Hipólito – Promotora de Justiça; Márcia de Oliveira Barcelos – Gerente GAC; Marcelo Batista – Coordenador da Casa de Acolhida 2; Clarice Romeiro Campos – Coordenadora GAC; Emanuele Figueiredo – Psicóloga da Casa de Acolhida 2

conhecer um pouco mais sobre a Casa e o trabalho que é desenvolvido com as crianças e adolescentes que são acolhidos ali. “Muitas vezes os moradores do bairro tinham o conceito pré definido de que os acolhidos estão aqui cumprindo alguma medita sócio educativa, quando na verdade se tratam de crianças e adolescentes que sofreram algum tipo de violência e de que precisam do nosso apoio e compreensão para retomar a vida e o convívio familiar. Na primeira Colônia de Férias, realizada em julho do ano passado, muitos pais relutaram em enviar os seus filhos. Nesta edição tivemos que ampliar as vagas para a comunidade, devido a grande procura”, relata Marcelo Batista, coordenador da Casa de Acolhida 2, local onde foi realizada a Colônia de Férias.

“Como ADRA temos a missão de trabalhar com pessoas em situação de vulnerabilidade, afim de criar uma mudança positiva e justa através de parcerias e ações responsáveis. Esta Colônia de Férias vem contribuir bem para isso, não só proporcionando uma diversão segura e construtiva, mas também contribuindo para a formação da cidadania e do futuro profissional destas crianças e adolescentes”, observa o diretor regional da ADRA Brasil, pastor Clairton de Oliveira.

Cerca de 30 atividades oferecidas diariamente não só entretiam, mas despertaram interesse e desenvolviam aptidões

Com a Prefeitura de Vitória a ADRA possui Termo de Colaboração na gestão de três unidades de Acolhimento Institucional: Casa de Acolhida 2, Centro de Vivência 2 e Centro de Vivência 5, que atende a cerca de 48 crianças e adolescentes com idades de 7 à 18 anos incompletos, vítimas de abandono, violências e maus tratos, encaminhadas pelo Poder Judiciário e/ou Conselho Tutelar.

 

[Carla Ferraz]



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