Projeto Garotas Brilhantes é um dos Finalistas do prêmio Itaú UNICEF

Realizado em parceria com escolas públicas o projeto atualmente beneficia 230 alunas mensalmente

sala de aula

Em parceria com a escolas públicas, o projeto realiza palestras, cursos e eventos com as alunas.

Completando 22 anos de existência, o Prêmio Itaú-Unicef realiza em 2017 sua 12ª edição, cujo mote é: Educação integral: Parcerias em construção. O objetivo da edição é identificar, reconhecer, dar visibilidade e estimular parcerias entre organizações da sociedade civil (OSCs) e escolas públicas para contribuir para o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens brasileiros.

Dentre as 1651 inscritas, o projeto Garotas Brilhantes está entre os 96 selecionados.  A ideia do projeto surgiu quando, durante uma palestra, quando uma das professoras relatou dificuldades referentes a diversas manifestações vinculadas com questões sociais, entre elas a violência doméstica, gravidez precoce, abuso e abandono, enfrentado pelas alunas da Escola Estadual Doutor Oscar de Barros Serra Dória.

A coordenadora Neusa Ferraz, dos Projetos da ADRA Brasil em São José do Rio Preto, se sensibilizou grandemente com as experiências relatadas e com o apoio dos gestores da organização implantaram, juntamente com a coordenação da escola, o Projeto Garotas Brilhantes. O projeto iniciou no segundo semestre de 2013 e acontece semanalmente, com as alunas do 9° ao 3° ano do Ensino Médio.

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Garotas Brilhantes em evento promovido pelo projeto

No ano de 2016, 70 meninas atendidas mensalmente. Atualmente o projeto foi implementado em mais 3 escolas e estão sendo atendidas cerca de  230 adolescentes por mês.

A premiação por estar entre os finalistas é o valor de 10 mil reais para o projeto e 10 mil para a escola parceira. “Com este recurso vamos investir para pagar uma vice coordenadora e adquirirmos material de apoio”. Ressalta Neusa Ferraz, coordenadora do projeto.

Os resultados do projeto são notórios. “O projeto me ensinou várias coisas, e me mostrou que ser mulher é algo incrível! Ainda mais uma mulher independente que sabe lutar pelos seus direitos”, relata uma das adolescentes assistidas.